Você sabia que o mercado de superfoods cresceu mais de 200% nos últimos 4 anos? – E, pelo que tudo indica, as projeções serão ainda mais otimistas nos países emergentes. Mas, afinal, o que são superfoods?

Os superfoods são alimentos altamente nutritivos, pouco calóricos e com grande concentração de vitaminas e antioxidantes. Considerados cientificamente como alimentos funcionais, os superfoods, em geral, otimizam o metabolismo, promovem a sensação de saciedade, o aumento da energia física e melhoram o funcionamento da mente.

Versáteis, são eficazes na neutralização da ação de radicais livres, que são produzidos naturalmente pelo corpo, mas que, em excesso, levam ao envelhecimento precoce e a problemas de saúde. Em países desenvolvidos, é comum o consumo regular de alimentos funcionais.

De acordo com a Mintel, uma das maiores agências de pesquisa do mundo, os Estados Unidos tiveram um crescimento de 30% na oferta de superfoods, seguidos por Austrália, Alemanha, Reino Unido e Canadá, com 10% cada. Na Europa, 70% da população concorda que alimentos naturais, incluindo os superfoods, além de potencializarem a saúde e o bem-estar, estimulam hábitos de vida saudáveis.

Considerados cientificamente como alimentos funcionais, os superfoods otimizam o metabolismo, promovem a sensação de saciedade, o aumento da energia física e melhoram o funcionamento da mente.

Em países desenvolvidos, alimentos como mirtilos, couves e abacates fazem parte da dieta da população há bastante tempo. Mas, todos os dias, novos superfoods têm atraído a atenção do mercado, como a lúcuma (nome científico: pouteria lucuma), fruta originária do Peru, que oferece 14 oligoelementos essenciais e propriedades anti-inflamatórias.

De acordo com o Credit Suisse, a elevação da renda em países emergentes como Brasil, Indonésia e China, tem proporcionado uma alteração no perfil de consumo dessas populações. Esse movimento, em conjunto com consumidores curiosos, especialistas em nutrição, gurus de cozinha e empresas motivadas a explorar essa tendência fitness, poderiam justificar o sucesso dos alimentos funcionais em nações emergentes.

A China lidera a demanda por superfoods entre esses países. Brasil, Rússia e México estão entre os principais mercados consumidores. As projeções indicam que até 2019, os mercados emergentes deverão gerar 86% das novas vendas de alimentos funcionais e naturais.

Entre os alimentos funcionais mais curiosos estão:

Acerola, ajuda no controle do diabetes, reduz os sinais da idade, previne alguns tipos de câncer, fortalece o sistema cardiovascular, acelera o metabolismo, facilita a digestão, melhora a circulação e reduz as reações alérgicas, além de estimular o sistema imunológico e melhorar a saúde dos olhos, da pele e do sangue.

Açaí, rico em antioxidantes e nutrientes, combate os radicais livres, ajuda na prevenção do câncer, na redução dos níveis de colesterol, no fortalecimento do sistema imunológico, no combate ao envelhecimento precoce e na saúde celular, mental e do coração.

Chá Verde: pesquisa publicada pela Cancer Science, acompanhou cerca de 90 mil japoneses por mais de uma década e descobriu que àqueles que bebiam grandes quantidades de chá verde apresentavam menores riscos para vários tipos de câncer, sobretudo em função da catequina, fitonutriente da família dos polifenóis, abundante na composição do chá verde.

Moringa Oleífera: contém elevadas concentrações de vitamina C, substâncias estrogênicas e β-sitosterol, ferro,cálcio, fósforo, cobre, vitaminas A, B e C, α-tocoferol, riboflavina, ácido nicotínico, ácido fólico, piridoxina, caroteno, proteína e aminoácidos essenciais tais como metionina, cistina, triptófano e lisina, presentes tanto nas folhas quanto nas vagens.

Própolis: rica em aminoácidos, vitaminas e bioflavonoides, a própolis é um antibiótico natural. Contém propriedades antivirais, antifúngicas, fortalece o sistema imunológico, combate os radicais livres e ainda é capaz de aliviar dores.

Salmão: rico em ômega-3, ácido docosahexaenóico (DHA), que atua como uma membrana para os neurônios protegendo-os de danos ou inflamações, e ácido eicosapentaenóico (EPA), substâncias que ajudam a saúde do coração. De acordo com publicação da Epidemiologic Review, mulheres que aumentaram a ingestão de peixe, incluindo o salmão, no final da vida, apresentaram significativamente menor incidência de doença cardíaca coronária. A Neuroscience e Biobehavioral Review, por sua vez, descobriu que um aumento no consumo de peixe poderia reduzir o risco de Alzheimer em mais de 30%.

Vinho tinto: tem propriedades anti-inflamatórias, protege o coração, reduz a pressão arterial em função da presença de resveratrol, um micronutriente de polifenóis que, de acordo com o Journal of Nutrition, aponta para um menor risco de mortalidade.

Cabe o reforço de que não existe um único alimento no mundo que substitua uma dieta equilibrada. Consumir alimentos funcionais regularmente, em pequenas porções, associados a uma dieta balanceada e a prática de exercícios físicos é fundamental para uma vida saudável.

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