Os pagamentos internacionais têm uma importância inquestionável para os negócios. No entanto, é uma área que permaneceu relativamente intocada pela revolução digital que está em andamento há quase vinte anos. Também está claro que há espaço substancial para melhorias, considerando que:

  • Pagamentos Internacionais podem levar dias e, às vezes, semanas para chegar à conta do destinatário;
  • O conteúdo das mensagens é errático;
  • As taxas são substanciais e imprevisíveis, devido ao envolvimento de múltiplos atores no processo;
  • A integração geral nas cadeias de valor dos clientes é fraca.

Tudo isso deixa os clientes dos bancos e as Fintechs à procura de alternativas, e as Fintechs acreditam que as coisas podem ser muito melhores. Ao mesmo tempo, os pagamentos internacionais constituem um dos poucos negócios altamente lucrativos que restam para os bancos. Mas, a grande questão é, por quanto tempo?

Ainda em fase de estudos, o grafeno já é considerado o material do futuro por muitos especialistas. Um material tão ou mais revolucionário do que o silício e o plástico, extremamente forte, leve, flexível, ótimo condutor de eletricidade e quase totalmente transparente. Esse é o cartão de visitas do grafeno, que deu o Prêmio Nobel de Física de 2010 para Andre Geim e Konstantin Novoselov, da Universidade de Manchester (Grã-Bretanha) – o dínamo de uma provável nova era industrial.

A neurociência é um campo bastante rico de oportunidades e desafios. O cérebro é complexo e muitos de seus mistérios ainda não foram desvendados. Por exemplo, os processos neurais de consciência, percepção, aprendizado e memória ainda não são totalmente compreendidos. Além disso, as causas neurais mecanicistas de muitas doenças cerebrais e distúrbios, como a doença de Alzheimer, Parkinson, manias, depressão, transtorno bipolar e esquizofrenia não foram resolvidas.

Você já havia ouvido falar em startups especializadas em neurociências? – A NeuroLaunch é a primeira aceleradora de startups de neurociências do mundo. Fundada pelo neurocirurgião e neurocientista Jordan Amadio, M.D., M.B.A., a empresa tem como principal objetivo preparar o caminho para startups em neurociências e permitir maior compreensão do cérebro, acelerando o progresso na melhoria da condição humana e rompendo as substanciais barreiras existentes à comercialização de tecnologias à neurociência.

A Coréia do Sul se destaca como uma das maiores economias do mundo, produzindo alguns dos maiores navios e desenvolvendo alguns dos mais avançados aparelhos eletrônicos já vistos. Com raízes agrárias, o país cresceu rapidamente durante os anos 60 e 70 amparado pelas exportações e pela indústria. Em menos de 50 anos, o produto interno bruto (PIB) da Coreia do Sul aumentou de US$ 2,7 bi (em 1962) para mais de um trilhão de dólares (em 2007). Mas afinal, como a economia da Coreia se desenvolveu tão rapidamente?

O uso de Drones nos negócios cresceu em diferentes setores da economia nos últimos anos, sobretudo em função da capacidade dos Drones de apoiar a tomada de decisão com precisão, por meio da geração precisa de dados e da eficiência que esses equipamentos proporcionam. No Brasil, a importação de drones tem crescido. Já nos Estados Unidos, empresas de capital de risco investiram um total de US$ 1,5 bi desde 2012 em startups de Drones comerciais e, registra-se, essas empresas estão moldando o setor. A maioria das pessoas associa Drones a aeronaves militares caras ou a pequenos brinquedos de consumo, mas dados recentes mostram que o futuro será liderado por Drones comerciais. E você sabe o que é tecnicamente um Drone?

É sabido que os venezuelanos enfrentam uma situação econômica e política bastante complicada. Faltam alimentos, produtos de higiene, remédios. Falta democracia. O controle dos preços foi apenas um dos componentes dessa crise e, ao invés de evitar a inflação – como prometia o governo, culminou em desestímulo à iniciativa privada. Sem investimentos privados, os produtos, aos poucos, sumiram das prateleiras. Além disso, com uma inflação que ultrapassa os 800% ao ano, de acordo com o UK Business Insider, a moeda da Venezuela já perdeu tanto valor, que uma parcela importante da sociedade tem contado com o mercado paralelo para encontrar insumos básicos. Atualmente, a Venezuela enfrenta uma crise humanitária gravíssima e os índices de desnutrição crescem exponencialmente. Consequência de uma política econômica inteiramente dependente do petróleo que, assistiu de camarote um aprofundamento severo da crise interna, sobretudo a partir da queda do valor do barril em todo o mundo. Em meio a tudo isso, de olho na máxima de que “uma crise é uma oportunidade”, alguns empresários apostam na criatividade para não falir.

A indústria química é uma das mais importantes do mundo e fabrica cerca de US$ 3,6 trilhões em produtos por ano, de plásticos e fertilizantes a combustíveis, detergentes e remédios. São mais de 70 mil produtos diferentes. É impossível pensar em civilização moderna sem a química. Nos anos 1950, nylon, plástico e sabão em pó significavam progresso. Entretanto, já nas décadas de 1970 e 80, a imagem da indústria química tornou-se deploravelmente suja. A palavra química virou sinônimo de tóxico. Atualmente, o rótulo “livre de produtos químicos” ajuda a estimular as vendas em praticamente todos os segmentos de negócios. Depois de uma história de sucesso de um século, a indústria química, inflada pela produção em massa mecanizada, foi a causa de um crescente número de problemas ecológicos, principalmente porque os processos e produtos químicos geram resíduos que alteram a composição da atmosfera, da água e do solo.

Da necessidade de reverter a degradação ambiental, surgiu a ideia da química verde, que traz consciência sobre o papel dessa ciência na sustentabilidade ambiental. A química verde levanta o debate sobre o que a indústria química pode fazer para eliminar ou atenuar os impactos de seus processos e produtos.

Você sabia que as PME representam mais de 90% do número de empresas no mundo e fornecem empregos para mais da metade da população ativa?

Elas também desempenham um papel importante nas economias dos países industrializados e em desenvolvimento, sendo geralmente responsáveis ​​por até 50% de seu produto interno bruto. Ainda assim, uma grande parte da energia consumida pelas PMEs em seus processos de produção é gerada por combustíveis fósseis, o que tende a tornar os custos com energia substanciais.

Por que será que as energias renováveis ainda não são potencialmente exploradas pelas PMEs?