O Oriente Médio está cada vez mais aberto aos negócios com países ocidentais. Os Sauditas lideram as compras de produtos brasileiros na região, seguidos por Irã e Emirados Árabes Unidos. Ainda assim, o Oriente Médio representa cerca de 5% apenas das exportações do Brasil. Essa timidez pode ser explicada pelas diferenças culturais e comportamentais no ambiente de negócios. No Oriente Médio, a influência religiosa e a tradição afetam diretamente a condução das negociações. Nesse sentido, compreender o contexto da região é fundamental para desbloquear um mundo de oportunidades aos empresários ocidentais. A seguir, compartilharemos os principais aspectos da região que devem ser considerados antes de um approach.

Uma rápida pesquisa no Google dará a você 16 milhões de artigos diferentes sobre como os millennials podem salvar o mundo ou ser culpados pelo que há de errado com ele. Esse fascínio pelos millennials gerou uma nova indústria de especialistas – consultores, palestrantes, coaches (sobretudo pseudo-coaches, mas isto é pauta para um outro artigo) e autores – nos dizendo que os millennials são diferentes e que é preciso saber lidar com eles. Será?  Bem, vamos à ciência e às estatísticas.

Segundo maior importador do mundo, posicionada logo atrás dos Estados Unidos, a China compra o equivalente a $1,9 trilhão de dólares. A expectativa é de que esse montante suba para $10 trilhões até 2022. É nesse contexto que o Presidente Chinês, Xi Jinping, anunciou em 2017, no Fórum de Cooperação Internacional, uma expressiva campanha de abertura do mercado chinês para o mundo, sendo a CIIE (China Internacional Import Expo), seu primeiro movimento nessa direção. A feira promete. Serão mais de 100 (cem) categorias de produtos e serviços de expositores de mais de 200 (duzentos) países. Shanghai foi a cidade escolhida para abrigar o evento que ocupará uma área total de 240 mil metros quadrados. São esperados 150 mil visitantes, entre eles compradores profissionais de cerca de 100 (cem) países e regiões.

O processo de integração dos mercados levou a uma grande expansão no número de empresas multinacionais. De acordo com a UNCTAD – Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, já na década de 1990 estas empresas participavam, de alguma maneira, de dois terços do comércio mundial, sendo metade disso comércio entre empresas vinculadas/do mesmo grupo. De maneira semelhante, o Manual Prático de Preços de Transferência da ONU – Organização das Nações Unidas, aponta que 30% de todas as transações internacionais se referem ao comércio intragrupo. Estas operações possuem circunstâncias peculiares, uma vez que os preços praticados entre empresas do mesmo grupo, alocadas em países diferentes, podem, potencialmente, divergir dos preços praticados entre organizações não vinculadas. Vamos falar sobre transfer price.

Os pagamentos internacionais têm uma importância inquestionável para os negócios. No entanto, é uma área que permaneceu relativamente intocada pela revolução digital que está em andamento há quase vinte anos. Também está claro que há espaço substancial para melhorias, considerando que:

  • Pagamentos Internacionais podem levar dias e, às vezes, semanas para chegar à conta do destinatário;
  • O conteúdo das mensagens é errático;
  • As taxas são substanciais e imprevisíveis, devido ao envolvimento de múltiplos atores no processo;
  • A integração geral nas cadeias de valor dos clientes é fraca.

Tudo isso deixa os clientes dos bancos e as Fintechs à procura de alternativas, e as Fintechs acreditam que as coisas podem ser muito melhores. Ao mesmo tempo, os pagamentos internacionais constituem um dos poucos negócios altamente lucrativos que restam para os bancos. Mas, a grande questão é, por quanto tempo?

Ainda em fase de estudos, o grafeno já é considerado o material do futuro por muitos especialistas. Um material tão ou mais revolucionário do que o silício e o plástico, extremamente forte, leve, flexível, ótimo condutor de eletricidade e quase totalmente transparente. Esse é o cartão de visitas do grafeno, que deu o Prêmio Nobel de Física de 2010 para Andre Geim e Konstantin Novoselov, da Universidade de Manchester (Grã-Bretanha) – o dínamo de uma provável nova era industrial.

A neurociência é um campo bastante rico de oportunidades e desafios. O cérebro é complexo e muitos de seus mistérios ainda não foram desvendados. Por exemplo, os processos neurais de consciência, percepção, aprendizado e memória ainda não são totalmente compreendidos. Além disso, as causas neurais mecanicistas de muitas doenças cerebrais e distúrbios, como a doença de Alzheimer, Parkinson, manias, depressão, transtorno bipolar e esquizofrenia não foram resolvidas.

Você já havia ouvido falar em startups especializadas em neurociências? – A NeuroLaunch é a primeira aceleradora de startups de neurociências do mundo. Fundada pelo neurocirurgião e neurocientista Jordan Amadio, M.D., M.B.A., a empresa tem como principal objetivo preparar o caminho para startups em neurociências e permitir maior compreensão do cérebro, acelerando o progresso na melhoria da condição humana e rompendo as substanciais barreiras existentes à comercialização de tecnologias à neurociência.

A Coréia do Sul se destaca como uma das maiores economias do mundo, produzindo alguns dos maiores navios e desenvolvendo alguns dos mais avançados aparelhos eletrônicos já vistos. Com raízes agrárias, o país cresceu rapidamente durante os anos 60 e 70 amparado pelas exportações e pela indústria. Em menos de 50 anos, o produto interno bruto (PIB) da Coreia do Sul aumentou de US$ 2,7 bi (em 1962) para mais de um trilhão de dólares (em 2007). Mas afinal, como a economia da Coreia se desenvolveu tão rapidamente?

O uso de Drones nos negócios cresceu em diferentes setores da economia nos últimos anos, sobretudo em função da capacidade dos Drones de apoiar a tomada de decisão com precisão, por meio da geração precisa de dados e da eficiência que esses equipamentos proporcionam. No Brasil, a importação de drones tem crescido. Já nos Estados Unidos, empresas de capital de risco investiram um total de US$ 1,5 bi desde 2012 em startups de Drones comerciais e, registra-se, essas empresas estão moldando o setor. A maioria das pessoas associa Drones a aeronaves militares caras ou a pequenos brinquedos de consumo, mas dados recentes mostram que o futuro será liderado por Drones comerciais. E você sabe o que é tecnicamente um Drone?