Enquanto países como Alemanha, Reino Unido, China e Estados Unidos apresentam relevante desaceleração econômica e o mercado financeiro reage ao alerta de uma possível recessão global, o segmento de luxo segue em alta. No Brasil, a crise econômica que assola o país desde 2014 impulsionou a saída de marcas importantes. Mas, no geral, o mercado de luxo segue com força. De acordo com o principal executivo de uma marca de roupas que opera no Brasil há 20 anos, com presença em mais de cem países e receita que alcança os R$5 bilhões (de reais), a estratégia em todo o mundo é se aproximar dos millennials, àqueles nascidos a partir de 1980. Mas, afinal, quais são as principais transformações e expectativas para o mercado de luxo em cenários globais tão instáveis?

O mercado de luxo movimenta cerca de EUR 1,5 trilhão (de euros) por ano, em todo o mundo, puxado principalmente pela importação e exportação de automoveis, iates e aviões particulares, além de jóias, cosméticos, roupas e calçados.  Mas é bastante amplo, congrega obras de arte, gastronomia, esportes etc. A presença dos milleannials, entretanto, tem alertado aos grandes players internacionais sobre o conceito de luxo.

Pelo que tudo indica a Geração Y têm sido o principal vetor na transformação da estratégia dos negócios que operam no mercado de luxo. No setor têxtil, por exemplo, as lojas estão contratando vendedores mais jovens, adaptando uniformes para versões mais casuais e têm, também, compartilhado suas histórias com os clientes, apostando na aproximação dessa parcela de consumidores mais emocionais, impulsivos e com menos rotinas.

A presença nas mídias sociais também tem sido fortalecida ou iniciada. Atualmente, a maior parte das marcas de luxo já comercializam itens online em todo o mundo. Players que até pouco tempo retardavam esse movimento, já agregaram o marketing digital em suas estratégias de negócio no exterior. De acordo com a Euromonitor International as vendas de artigos de luxo estão crescendo quase três vezes mais rápido online do que no varejo físico.

No lazer, esportes como o golfe, o tênis e o hipismo, estão entre os mais praticados no Brasil. Como consequencia, a importação de acessórios esportivos de luxo tem ganhado relevância por aqui.

Historicamente os hábitos de consumo das classes mais altas não passam por tantas mudanças durante as crises, mantendo o mercado de luxo, de certa forma, longe da queda nos lucros. Entretanto, clientes mais jovens, tecnologia digital e novas ideias sobre o que o luxo significa, têm exigido um reposicionamento global desse mercado.

Fato é que esse novo consumidor tende a atribuir um valor diferente ao luxo. Mais instruídos e informados do que as gerações anteriores, os milleannials são capazes de descobrir o valor relativo de suas compras e, nesse contexto, o tradicional aspecto de ostentação e exuberância tem dividido espaço, cada vez mais, com as novas experiências.

A Braver é referência no comércio exterior de luxo. Somos especialistas na importação e exportação de carros esportivos, helicópteros, aviões, iates, barcos, lanchas, navios, pedras preciosas e acessorios.

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