O mercado mundial de maquinário agrícola deverá movimentar cerca de US$113,0 bilhões em negócios até 2025, com uma taxa de crescimento anual de 4,2% entre 2020 e 2025. Acredita-se que a mola propulsora do setor venha a ser o volume de operações de importação e exportação de equipamentos agrícolas, em função do desejo de mecanização (leia-se precisão e eficiência) dos processos no campo, estimulada pelos governos, por meio de isenções fiscais e estímulos ao crédito e ao financiamento tecnológico, nos diferentes países em todo o mundo.

Pelo que tudo indica, a Oceania terá a maior fatia do mercado de equipamentos agrícolas no período, principalmente pelos esforços dos governos para popularizar a agricultura mecanizada na região. Os tratores, devem figurar como os equipamentos de maior representatividade nas importações e exportações. Já os equipamentos de alta potência, de maior valor agregado, embora tenham amargado queda nas vendas internacionais durante a pandemia do Covid-19, na avaliação geral, até 2025 devem alcançar as taxas de crescimento de maior expressividade no setor, em função da demanda, estima-se, crescente, por tratores de maior poder de tração na agricultura comercial, a partir da reabertura das manufaturas, das fronteiras e do apoio dos governos ao agronegócio.

O governo dos Estados Unidos, por exemplo, anunciou um programa de alívio de US$19,0 bilhões à agricultura estadunidense, incluindo US$16,0 bilhões em pagamentos diretamente aos produtores. É sabido que governos no mundo todo, em função da pandemia, lançaram programas para aliviar os agricultores de seus empréstimos e encorajá-los à mecanização, modernização. Ainda nos Estados Unidos, a Agência de Serviços Agrícolas passou a oferecer propriedade garantida e empréstimos operacionais para agricultores familiares que, eventualmente, não tenham conseguido obter crédito nos bancos. Os empréstimos também podem ser usados ​​para comprar terras, gado, equipamentos, rações, sementes e suprimentos.

Esforços contínuos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) no setor, resultaram na produção de maquinário avançado com sistemas mecatrônicos complexos que requerem processos de fabricação e montagem especializados. Naturalmente, esses custos são refletidos na importação e exportação de equipamentos agrícolas. É fato que a incapacidade dos pequenos agricultores de investir grandes quantias, contribui para a baixa taxa de penetração de equipamentos agrícolas nos países em desenvolvimento. Já em países desenvolvidos, a adoção de equipamentos agrícolas é alta devido à indisponibilidade e ao alto custo de mão-de-obra.

As preocupações cada vez mais frequentes no tocante à redução dos índices de poluição em contribuição ao clima, tem impulsionado os investimentos dos fabricantes de equipamentos agrícolas na direção de maquinários menos poluentes, embora eficientes, e que continuem atendendo a agricultura de precisão, técnica de cultivo que, entre outras definições, objetiva atender a alta demanda por alimentos em todos os espaços geográficos com o uso racional de recursos (como água, sementes, terra e fertilizantes e dos equipamentos agrícolas).

A importação e exportação de equipamentos agrícolas alugados ou arrendados, também está no radar dos agricultores. Espera-se que o mercado de aluguel de tratores cresça significativamente entre 2020 e 2025 em todo o mundo, como alternativa propositiva aos agricultores menores.

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