A indústria de energia renovável continua sendo um dos setores mais vibrantes, transformadores e em rápida mudança em todo o mundo. Melhorias tecnológicas, quedas de custos na implantação e a influência de novas estruturas de financiamento transformaram o setor em um motor de crescimento econômico em vários países. Empresas que têm apostado na importação de energias renováveis, seus equipamentos e sistemas, saem na frente.

O investimento global em energia limpa, incluindo energia renovável, já ultrapassou os US$300 bilhões. Como o custo da maioria das tecnologias deste setor continuou sua tendência de queda, o investimento mundial apoiou uma implantação sem precedentes de novos projetos de energia renovável, apesar da alta disponibilidade de combustíveis fósseis que são extremamente baratos.

O tema não é novo para os brasileiros. A maior parte da energia elétrica utilizada no país é gerada pela água. Além disso, mais da metade da frota de automóveis em circulação é movida a álcool de cana-de-açúcar. O mercado interno, principalmente nos setores de etanol e hidrelétrico, tem apresentado resultados expressivos.

Por outro lado, é necessário explorar o potencial de outras energias renováveis. O país tem enorme vantagem na produção de energia eólica, na produção de biomassa e na geração de energia solar em larga escala. O estímulo à importação de paineis solares e de outros equipamentos e instrumentos que circundam o setor de energias renováveis, pode facilitar o acesso a essas tecnologias ao consumidor final. Mas, pelo que tudo indica, ainda há um longo caminho pela frente.

Um estudo feito pelo Instituto Ekos Brasil, em colaboração com outras organizações, mostra que se o Brasil fizer a sua lição de casa, e investir fortemente no desenvolvimento de fontes alternativas de energia e em eficiência energética, poderá cobrir a demanda por energia, em 2050, inteiramente com recursos renováveis.

Ser majoritariamente renovável poderia gerar grandes benefícios para a economia brasileira, inclusive no que tange aos preços praticados no setor, que em função da variedade de fontes, estariam suscetíveis a menor volatidade. Além disso, o Brasil poderia exportar seus recursos de combustíveis fósseis para países que ainda estariam em fase de transição de matriz energética.

Se você atua no setor, ou precisa importar equipamentos, instrumentos ou sistemas de infraestrutura para energias renováveis, entre em contato com a Braver, referência internacional no Comércio Exterior Sustentável.

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