Você sabia que o setor têxtil brasileiro é majoritariamente composto por micro e pequenas empresas? – Na Itália também. A maior parte das indústrias têxteis é composta por micro e pequenas empresas. A grande diferença entre Brasil e Itália está nas exportações. As empresas italianas, mesmo micro e pequenas, exportam e muito!

De acordo com o IEMI, a Itália é o 5° maior exportador de produtos têxteis do mundo, ficando atrás apenas de China (com quase 35% de participação de mercado), Índia (4,7%), Alemanha (4,1%) e Bangladesh (4%).

Você sabia que, de acordo com o Deutsche Bank, 26 das 100 marcas de luxo mais importantes do mundo são italianas? As marcas italianas, sozinhas, representam 16% do volume de negócios de toda a indústria.

Como é possível que micro e pequenas empresas impulsionem tanto um país?

As empresas italianas, mesmo micro e pequenas, exportam e muito!

Pois é, as empresas italianas se prepararam por anos. Mesmo as micro e pequenas conseguem ser competitivas. Há metodologia de trabalho, política de boas práticas para a industrialização e gestão profissional. Na Itália, há uma cultura exportadora entre as empresas. Exportar faz parte do plano de negócios desde o início das operações, mesmo para organizações menores.

No Brasil, a exportação é impulsionada, historicamente, tanto pelo governo quanto por entidades de classe, apenas durante as crises macroeconômicas. Quando a economia nacional caminha mal, as empresas se veem obrigadas a exportar, não só por um “empurrãozinho” (com planos e/ou subsídios temporários) do governo, mas como alternativa para não fecharem as portas.

Esperar uma crise para perceber que exportar é estratégico e necessário, é muito grave!

Em um setor como o têxtil, agressivamente competitivo, muitos fatores influenciam no seu desenvolvimento. No Brasil, por exemplo, além de não haver consciência e cultura exportadora, há improdutividade, falta de mão-de-obra preparada para os desafios da indústria têxtil do futuro e tímidas ações de sustentabilidade.

Pois é, voltamos a ela. A sustentabilidade é uma tendência mundial. Não há como escapar. Se por enquanto ela desponta como diferencial competitivo, “no futuro”, ela será mandatória e critério de eliminação (isso já acontece em pequena escala).

A sustentabilidade na indústria têxtil é absolutamente ampla e inclui a utilização de fontes renováveis de energia para a produção, a reciclagem, a reutilização de recursos, o respeito profundo às leis trabalhistas internacionais, a administração ambiental e as políticas de transparência e compliance.

A Braver está de olho nas transformações da indústria têxtil em todo o mundo. Nossos executivos fomentam a internacionalização como peça-chave para o Brasil. Se você é empreendedor do ramo têxtil, fale conosco, EXPORTE.

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A Braver é uma empresa brasileira especializada em comércio exterior e relações internacionais. Pioneira na aplicação do conceito de sustentabilidade aos negócios internacionais. Autoridade em trading, importação, exportação, outsourcing, internacionalização, branding, otimização tributária e projetos internacionais de alto desempenho.