O consumidor americano tem sido um impulsionador central da economia global há décadas. Felizmente para o consumidor americano sobrecarregado, a classe média Chinesa está em expansão. De acordo com um estudo da consultoria McKinsey & Company, 76% da população urbana da China será considerada de classe média até 2022.

A classe média na China é composta por residencias urbanas que ganham entre US$ 9.000 e US$ 34.000 por ano. Em 2000, apenas 4% da população urbana era considerada de classe média por lá.

Segundo a Reuters, a população mundial de renda média dobrou na última década, de 399 milhões para 784 milhões, em grande parte devido à Ásia.

A China tinha uma população urbana de 730 milhões de pessoas em 2015. Ainda que esse número não mudasse (mas, de fato, só crescerá), até 2022 mais de 550 milhões de pessoas na China seriam consideradas de classe média.

Segundo a McKinsey, a classe média da China ganhará mais dinheiro. Em 2012, 54% dos domicílios urbanos da China eram considerados classe média de massa, o que significa que ganhavam entre US$ 9.000 e US$ 16.000 por ano. Mas, em 2022, graças a um número crescente de empregos de alta tecnologia e de serviços, 54% serão classificados como “classe média alta” – o que significa que eles ganharão entre US$ 16.000 e US$ 34.000 por ano.

Enquanto isso, o consumo chinês deverá crescer 9% ao ano até 2020, segundo o Boston Consulting Group. No geral, a economia de consumo deverá crescer 55%, para US$ 6,5 trilhões. Isso é um aumento de US$ 2,3 trilhões – o que é como adicionar um novo mercado consumidor 1,3 vezes maior do que os atuais mercados consumidores da Alemanha ou do Reino Unido. E isso supondo que o PIB da China cresça apenas 5,5% ao ano (o que é inferior ao crescimento projetado de 6,5 a 7% ao ano).

Segundo a Reuters, a população mundial de renda média dobrou na última década, de 399 milhões para 784 milhões, em grande parte devido à Ásia.

Outro fator que está apoiando o crescimento dos gastos dos consumidores chineses é o baixo nível de endividamento das famílias. O ratio da dívida das famílias da China em relação ao PIB de 40%. Isso é menos de metade do ratio da dívida das famílias americanas em relação ao PIB, e é muito mais baixo do que o de outros países desenvolvidos.

Além de ter renda mais alta e baixo endividamento, a geração chinesa jovem é mais orientada para o consumo do que suas antecessoras. Ao contrário das gerações que atingiram a maioridade antes dos anos 80, as pessoas, na China atual, têm acesso a itens produzidos em todo o mundo.

A geração mais jovem tem registrado crescimento nos gastos de consumo a uma taxa de 14% ao ano. Estima-se que essa geração responderá por 53% do consumo total da China até 2020, acima dos atuais 45%.

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