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A tilápia é um dos peixes mais populares do mundo, com produção e consumo em mais de 140 (cento e quarenta) países. De acordo com a Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR), a China figura como o maior produtor de tilápia do planeta, seguida por Indonésia, Egito e Brasil. Por aqui, o aproveitamento dos subprodutos pode render bons resultados financeiros e operacionais. Fonte de colágeno, a exportação da pele de tilápia congelada pode ser uma alternativa estratégica aos produtores.

Os adaptadores são companheiros inseparáveis dos que costumam fazer viagens internacionais. Isso porque, geralmente, os aparelhos produzidos no Brasil não são conectáveis às tomadas (de energia) em outros países, mesmo em vizinhos como Argentina ou Uruguay. Ocorre que cada país adota um padrão proprio para plugs e tomadas. Mas você já parou para pensar como essa desarmonia afeta o seu negócio? Por exemplo, um secador de cabelo produzido no Brasil, não funcionará na Argentina sem um adaptador. Isso significa que essa indústria terá de produzir um modelo de secador de cabelo para o Brasil e outro para a Argentina. Isso ocorre em vários setores. E essas variações obrigatórias nos produtos tornam as cadeias de produção complexas (lentas, caras). Já pensou se, em sua próxima viagem, você não precisasse se preocupar com um adaptador? Ou se um secador de cabelo produzido no Brasil pudesse ser comercializado na Argentina, no Uruguay ou em qualquer outro país sem qualquer adaptação? Essa simplificação é o que denominamos de  harmonização. Acompanhe o artigo da Braver e veja como os padrões internacionais podem viabilizar suas exportações.

Tudo indica que os Estados Unidos acelerarão a implantação da tecnologia 5G. A FCC, entidade que regula o sistema de telecomunicação do país, acaba de simplificar o processo de licenciamento para projetos de infraestrutura sem fio (wireless). A expectativa é que esse movimento permita que a tecnologia 5G esteja disponível em todo o território Estado-Unidense mais rapidamente. A banda larga sem fio de quinta geração é uma evolução ao atual 4G, e promete ampliação expressiva da cobertura e melhoria profunda na velocidade de dados. Se você opera no exterior, já parou para pensar como é que a tecnologia 5G impactará seus negócios lá fora?

Em mais de 8.5 milhões de km² de território e com, pelo menos, 200.000.000 (duzentos milhões) de pessoas, é natural que alguns talentos sigam desconhecidos. Se nem mesmos os brasileiros sabem tudo o que o país tem a oferecer, imaginem os estrangeiros! A atração de capital internacional depende de muitos fatores, entre eles, da segurança jurídica e do potencial de retorno financeiro do país. Mas, ideias como o projeto Internacionaliza BH, provam que, há grandes oportunidades de negócios nas unidades da federação que precisam e podem ser exploradas, independentemente de questões macroeconômicas.

É fato que os carros elétricos vão jogar os veículos a gás ou diesel para o meio-fio. Mas, em quanto tempo? – Mais cedo do que você imagina, de acordo com pesquisadores do Fundo Monetário Internacional e da Universidade de Georgetown. Com base na rapidez com que cavalos e charretes desapareceram no início dos anos 1900, os pesquisadores argumentam que mais de 90% de todos os veículos de passageiros nos EUA, Canadá, Europa e outros países desenvolvidos poderão ser elétricos até 2040.

Quinto maior país do mundo em território, mais de 200 milhões de pessoas das mais diversas origens, fronteiras com quase todos os países sul-americanos, detentor da quinta maior bolsa de mercado de capitais e financeiro do mundo em valor de mercado, sétima maior economia do planeta. Além de um mercado interno forte, o Brasil é, muitas vezes, visto pelos estrangeiros como plataforma de exportação para a América do Sul.

Mesmo assim, nos últimos anos, algumas multinacionais decidiram por deixar o país. De acordo com o IBGE, seis de cada dez empresas no Brasil fecham antes de completar 5 anos. Detentor de um sistema político que urge por mudanças, um estado pesado e uma economia considerada fechada pelo Banco Mundial, o Brasil tem ainda um sistema trabalhista custoso, problemas com infraestrutura, um ambiente regulatório lento e, de acordo com a OCDE, a maior burocracia fiscal do mundo.

Então, por que uma empresa estrangeira deveria estar no Brasil?