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O Oriente Médio está cada vez mais aberto aos negócios com países ocidentais. Os Sauditas lideram as compras de produtos brasileiros na região, seguidos por Irã e Emirados Árabes Unidos. Ainda assim, o Oriente Médio representa cerca de 5% apenas das exportações do Brasil. Essa timidez pode ser explicada pelas diferenças culturais e comportamentais no ambiente de negócios. No Oriente Médio, a influência religiosa e a tradição afetam diretamente a condução das negociações. Nesse sentido, compreender o contexto da região é fundamental para desbloquear um mundo de oportunidades aos empresários ocidentais. A seguir, compartilharemos os principais aspectos da região que devem ser considerados antes de um approach.

Uma rápida pesquisa no Google dará a você 16 milhões de artigos diferentes sobre como os millennials podem salvar o mundo ou ser culpados pelo que há de errado com ele. Esse fascínio pelos millennials gerou uma nova indústria de especialistas – consultores, palestrantes, coaches (sobretudo pseudo-coaches, mas isto é pauta para um outro artigo) e autores – nos dizendo que os millennials são diferentes e que é preciso saber lidar com eles. Será?  Bem, vamos à ciência e às estatísticas.

Os pagamentos internacionais têm uma importância inquestionável para os negócios. No entanto, é uma área que permaneceu relativamente intocada pela revolução digital que está em andamento há quase vinte anos. Também está claro que há espaço substancial para melhorias, considerando que:

  • Pagamentos Internacionais podem levar dias e, às vezes, semanas para chegar à conta do destinatário;
  • O conteúdo das mensagens é errático;
  • As taxas são substanciais e imprevisíveis, devido ao envolvimento de múltiplos atores no processo;
  • A integração geral nas cadeias de valor dos clientes é fraca.

Tudo isso deixa os clientes dos bancos e as Fintechs à procura de alternativas, e as Fintechs acreditam que as coisas podem ser muito melhores. Ao mesmo tempo, os pagamentos internacionais constituem um dos poucos negócios altamente lucrativos que restam para os bancos. Mas, a grande questão é, por quanto tempo?

Ainda em fase de estudos, o grafeno já é considerado o material do futuro por muitos especialistas. Um material tão ou mais revolucionário do que o silício e o plástico, extremamente forte, leve, flexível, ótimo condutor de eletricidade e quase totalmente transparente. Esse é o cartão de visitas do grafeno, que deu o Prêmio Nobel de Física de 2010 para Andre Geim e Konstantin Novoselov, da Universidade de Manchester (Grã-Bretanha) – o dínamo de uma provável nova era industrial.

A neurociência é um campo bastante rico de oportunidades e desafios. O cérebro é complexo e muitos de seus mistérios ainda não foram desvendados. Por exemplo, os processos neurais de consciência, percepção, aprendizado e memória ainda não são totalmente compreendidos. Além disso, as causas neurais mecanicistas de muitas doenças cerebrais e distúrbios, como a doença de Alzheimer, Parkinson, manias, depressão, transtorno bipolar e esquizofrenia não foram resolvidas.

Você já havia ouvido falar em startups especializadas em neurociências? – A NeuroLaunch é a primeira aceleradora de startups de neurociências do mundo. Fundada pelo neurocirurgião e neurocientista Jordan Amadio, M.D., M.B.A., a empresa tem como principal objetivo preparar o caminho para startups em neurociências e permitir maior compreensão do cérebro, acelerando o progresso na melhoria da condição humana e rompendo as substanciais barreiras existentes à comercialização de tecnologias à neurociência.

O uso de Drones nos negócios cresceu em diferentes setores da economia nos últimos anos, sobretudo em função da capacidade dos Drones de apoiar a tomada de decisão com precisão, por meio da geração precisa de dados e da eficiência que esses equipamentos proporcionam. No Brasil, a importação de drones tem crescido. Já nos Estados Unidos, empresas de capital de risco investiram um total de US$ 1,5 bi desde 2012 em startups de Drones comerciais e, registra-se, essas empresas estão moldando o setor. A maioria das pessoas associa Drones a aeronaves militares caras ou a pequenos brinquedos de consumo, mas dados recentes mostram que o futuro será liderado por Drones comerciais. E você sabe o que é tecnicamente um Drone?

A indústria química é uma das mais importantes do mundo e fabrica cerca de US$ 3,6 trilhões em produtos por ano, de plásticos e fertilizantes a combustíveis, detergentes e remédios. São mais de 70 mil produtos diferentes. É impossível pensar em civilização moderna sem a química. Nos anos 1950, nylon, plástico e sabão em pó significavam progresso. Entretanto, já nas décadas de 1970 e 80, a imagem da indústria química tornou-se deploravelmente suja. A palavra química virou sinônimo de tóxico. Atualmente, o rótulo “livre de produtos químicos” ajuda a estimular as vendas em praticamente todos os segmentos de negócios. Depois de uma história de sucesso de um século, a indústria química, inflada pela produção em massa mecanizada, foi a causa de um crescente número de problemas ecológicos, principalmente porque os processos e produtos químicos geram resíduos que alteram a composição da atmosfera, da água e do solo.

Da necessidade de reverter a degradação ambiental, surgiu a ideia da química verde, que traz consciência sobre o papel dessa ciência na sustentabilidade ambiental. A química verde levanta o debate sobre o que a indústria química pode fazer para eliminar ou atenuar os impactos de seus processos e produtos.

Você conhece os produtos químicos que compõem cosméticos convencionais como o batom, a loção, o shampoo ou o creme de barbear? Você sabia que muitas dessas substâncias estão ligadas ao câncer e aos distúrbios hormonais? Sua pele absorve 60% do que você coloca sobre ela. Pensando nisso, o Breast Cancer Prevention Partners, uma organização americana sem fins lucrativos, tem trabalhado para tirar químicos tóxicos de cosméticos convencionais e de produtos voltados ao cuidado pessoal.