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Enquanto países como Alemanha, Reino Unido, China e Estados Unidos apresentam relevante desaceleração econômica e o mercado financeiro reage ao alerta de uma possível recessão global, o segmento de luxo segue em alta. No Brasil, a crise econômica que assola o país desde 2014 impulsionou a saída de marcas importantes. Mas, no geral, o mercado de luxo segue com força. De acordo com o principal executivo de uma marca de roupas que opera no Brasil há 20 anos, com presença em mais de cem países e receita que alcança os R$5 bilhões (de reais), a estratégia em todo o mundo é se aproximar dos millennials, àqueles nascidos a partir de 1980. Mas, afinal, quais são as principais transformações e expectativas para o mercado de luxo em cenários globais tão instáveis?

As inovações tecnológicas estão transformando todos os elos da agricultura no mundo, desde o semeio à mesa do consumidor. Nos países desenvolvidos, as operações agrícolas estão cada vez mais orientadas à experiência do consumidor e à eficiência, que passa, obrigatoriamente, pelo manejo sustentável. De acordo com a ONU, há 7.6 bilhões de pessoas no mundo. A projeção para 2050 é que sejamos 10 bilhões. O crescimento demográfico mundial, como não poderia deixar de ser, gerará um aumento na demanda por produtos agrícolas, sobretudo, na busca por proteínas, frutas e vegetais. Acompanhe, a seguir, as principais tendências do agronegócio no mundo e veja como esse movimento pode impactar seus negócios.

Como uma cooperativa de laticínios da Nova Zelândia conseguiu alcançar o patamar de maior empresa do país, operar em mais de 140 (cento e quarenta) mercados, representar sozinha 20% (vinte por cento) das exportações Neo Zelandesas e, ainda, deter 95% (noventa e cinco por cento) de toda a produção local de leite? A Fonterra entregou cerca de US$25 bilhões (de dólares) para seus acionistas em um período de 5 (cinco) anos e, atualmente, é a quarta maior empresa de laticinios do mundo! Acesse o Case da Fonterra e entenda a importância da estratégia internacional na construção de negócios globais.

A expectativa é que o comércio eletrônico se torne o maior canal de varejo do mundo até 2021, superando as vendas de supermercados, mercearias, lojas de vestuário e calçados. Especialistas acreditam que o e-Commerce responderá sozinho por 14% do varejo mundial. Entre os polos, a região Ásia-Pacífico lidera as vendas online que já representam 17%. China e Coreia do Sul são os principais impulsionadores desse movimento por lá. Estados Unidos e Canadá juntos, já alcançam algo em torno de 15%. Na Europa Ocidental o comportamento dos consumidores varia muito, de forma que o e-Commerce ainda não figura como carro-chefe das vendas no varejo. O Reino Unido tem sido um grande protagonista do consumo online, seguido por Dinamarca e Finlândia. Por isso, as estratégias internacionais devem ser desenhadas por região, país e categoria. Se você está pensando em exportar, confira as 6 (seis) principais tendências do comércio eletrônico mundial.

Com o mundo passando pela maior transformação de energia desde a revolução industrial, há players bem conhecidos e outros ocultos liderando essa mudança de paradigma. A energia renovável compreende um dos fundamentos da transformação da paisagem global de energia. Mais de 170 países estabeleceram metas nacionais e mais de 150 países formularam políticas para catalisar investimentos em energia limpa. Alguns são considerados líderes por terem incorporado uma grande parcela de fontes de energias renováveis ​​ao seu mix energético. Outros lideram os investimentos em energia limpa e há, ainda, àqueles que contribuem por meio do progresso tecnológico. Conheça os cinco países que lideram a revolução energética mundial.

A despeito de uma política externa que, pelo que tudo indica, será pouco convencional, a comunidade empresarial tem boas expectativas com o novo governo. Para 2019, a aposta é pela continuidade do foco nas exportações como estratégia de negócio e não mais como alternativa emergencial.

Esse conte´udo também foi publicado pelos jornais Estado de Minas, Correio Braziliense e Diário do Comércio.

O mercado de plantas medicinais e o de produtos farmacêuticos elaborados sem químicos nocivos, vem aumentando rapidamente em muitos países. Atribui-se a esse movimento o comportamento dos consumidores, sobretudo nos países desenvolvidos, que passaram a acompanhar detalhadamente os ingredientes encontrados em seus alimentos, bebidas e medicamentos e, inclusive, o processo de produção do que estão comprando. Esse grau de exigência está mudando a perspectiva do setor.

Adotar uma abordagem proativa para a internacionalização torna as empresas mais robustas e potencialmente mais bem sucedidas. A internacionalização proativa amplia a base de clientes e abre espaço à expansão. Embora vinculada a negócios com escala global, é fato que mesmo as pequenas empresas podem se internacionalizar, ainda que com recursos limitados. O segredo está na estratégia.

As velhas certezas que sintetizavam o domínio do Partido Comunista durante o reinado de Mao Tsé-Tung foram, há muito, substituídas. Políticas mais liberais foram instituídas e a busca do lucro não é mais contrarrevolucionária, de forma que os empresários, há algum tempo, deixaram de ser vistos como inimigos do povo. No entanto, o Partido Comunista ainda está no poder e demonstra pouco apetite por qualquer reforma política apontada pelo Ocidente. A China de Hoje não ignora sistemas e abordagens de negócios modernos – mas os adequa, a fim de que recebam um tom, digamos, confucionista. E como seria isso? A seguir, exploraremos dez dos principais aspectos culturais que permeiam os negócios na China.

O Oriente Médio está cada vez mais aberto aos negócios com países ocidentais. Os Sauditas lideram as compras de produtos brasileiros na região, seguidos por Irã e Emirados Árabes Unidos. Ainda assim, o Oriente Médio representa cerca de 5% apenas das exportações do Brasil. Essa timidez pode ser explicada pelas diferenças culturais e comportamentais no ambiente de negócios. No Oriente Médio, a influência religiosa e a tradição afetam diretamente a condução das negociações. Nesse sentido, compreender o contexto da região é fundamental para desbloquear um mundo de oportunidades aos empresários ocidentais. A seguir, compartilharemos os principais aspectos da região que devem ser considerados antes de um approach.