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Adotar uma abordagem proativa para a internacionalização torna as empresas mais robustas e potencialmente mais bem sucedidas. A internacionalização proativa amplia a base de clientes e abre espaço à expansão. Embora vinculada a negócios com escala global, é fato que mesmo as pequenas empresas podem se internacionalizar, ainda que com recursos limitados. O segredo está na estratégia.

Segundo maior importador do mundo, posicionada logo atrás dos Estados Unidos, a China compra o equivalente a $1,9 trilhão de dólares. A expectativa é de que esse montante suba para $10 trilhões até 2022. É nesse contexto que o Presidente Chinês, Xi Jinping, anunciou em 2017, no Fórum de Cooperação Internacional, uma expressiva campanha de abertura do mercado chinês para o mundo, sendo a CIIE (China Internacional Import Expo), seu primeiro movimento nessa direção. A feira promete. Serão mais de 100 (cem) categorias de produtos e serviços de expositores de mais de 200 (duzentos) países. Shanghai foi a cidade escolhida para abrigar o evento que ocupará uma área total de 240 mil metros quadrados. São esperados 150 mil visitantes, entre eles compradores profissionais de cerca de 100 (cem) países e regiões.

A Coréia do Sul se destaca como uma das maiores economias do mundo, produzindo alguns dos maiores navios e desenvolvendo alguns dos mais avançados aparelhos eletrônicos já vistos. Com raízes agrárias, o país cresceu rapidamente durante os anos 60 e 70 amparado pelas exportações e pela indústria. Em menos de 50 anos, o produto interno bruto (PIB) da Coreia do Sul aumentou de US$ 2,7 bi (em 1962) para mais de um trilhão de dólares (em 2007). Mas afinal, como a economia da Coreia se desenvolveu tão rapidamente?

É sabido que os venezuelanos enfrentam uma situação econômica e política bastante complicada. Faltam alimentos, produtos de higiene, remédios. Falta democracia. O controle dos preços foi apenas um dos componentes dessa crise e, ao invés de evitar a inflação – como prometia o governo, culminou em desestímulo à iniciativa privada. Sem investimentos privados, os produtos, aos poucos, sumiram das prateleiras. Além disso, com uma inflação que ultrapassa os 800% ao ano, de acordo com o UK Business Insider, a moeda da Venezuela já perdeu tanto valor, que uma parcela importante da sociedade tem contado com o mercado paralelo para encontrar insumos básicos. Atualmente, a Venezuela enfrenta uma crise humanitária gravíssima e os índices de desnutrição crescem exponencialmente. Consequência de uma política econômica inteiramente dependente do petróleo que, assistiu de camarote um aprofundamento severo da crise interna, sobretudo a partir da queda do valor do barril em todo o mundo. Em meio a tudo isso, de olho na máxima de que “uma crise é uma oportunidade”, alguns empresários apostam na criatividade para não falir.

É sabido que a Coreia do Norte é uma das economias mais fechadas do mundo. Ironicamente denominada República Popular Democrática da Coréia, o país determina desde como sua população deve cortar os cabelos, até quando é permitido sorrir e falar alto. Um país que considera a realização de ligações internacionais como um crime contra o estado e que pune com sentença de morte quem é pego portando um filme americano ou sul-coreano, surpreende quando o assunto é o comércio exterior de serviços.

A qualidade da indústria de animação norte-coreana é uma das mais altas do mundo. Hoje, mais de 70 empresas estrangeiras têm acordos com estúdios norte-coreanos. Mas como isso é possível? E as sanções internacionais impostas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas à Coreia do Norte?

Não importa se seu objetivo é expandir seus negócios ou investir em uma startup. Há várias razões pelas quais Cingapura se tornou um local atraente para os empreendedores. Segundo a Fortune, as nações do Sudeste Asiático – Brunei, Camboja, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Filipinas, Cingapura, Tailândia e Vietnã – já são o terceiro maior parceiro comercial dos EUA e têm economia avaliada em aproximadamente US$2,4 trilhões.

Você sabia que nenhum país é autossuficiente? Pois é, o papel do comércio exterior é fundamental para o equilíbrio dos recursos entre os países. Esse é o princípio do comércio internacional.

A evolução desse princípio veio, sobretudo, com o avanço das tecnologias, que encurtaram distâncias e permitiram que o mundo se integrasse e passasse a compartilhar instantaneamente ideias, produtos, serviços, informação. Hoje, você não precisa estar em casa assistindo o jornal para saber, quase que instantaneamente, sobre a crise humanitária na Venezuela ou sobre a a gravidade da situação política no Iêmen. Toda a informação está disponível a um clique, na palma da sua mão, por meio de seu smartphone.