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De acordo com a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) – uma das cinco comissões regionais da ONU com sede no Chile, que tem como objetivo contribuir efetivamente para o desenvolvimento da região, o multilateralismo é fundamental para impulsionar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e seus 17 Objetivos, aprovados pela Assembleia Geral das Nações Unidas. Tanto a Agenda 2030 quanto seus 17 objetivos representam um importante caminho rumo à construção de um novo e ambicioso consenso da comunidade internacional em torno à necessidade de maior cooperação para corrigir assimetrias e consolidar um sistema multilateral aberto, sustentável e estável. Acompanhe, a seguir, o artigo da Braver e entenda a função do multilateralismo no comércio internacional.

A economia de Israel passou por várias transformações desde sua fundação. As laranjas simbolizavam as exportações do país até a década de 1970. Os têxteis também desempenhavam um papel importante na ocasião. Agora, o boom da alta tecnologia que Israel vem experimentando, há cerca de duas décadas, tem o potencial de torná-los um dos melhores lugares do mundo para o setor produtivo. Como um país tão pequeno, menor que o estado de Sergipe, consegue ser benchmarking em inovação, ciência e tecnologia? E como o modelo de gestão de Israel pode impactar a forma como você administra seus negócios no exterior?

O Iêmen está há quatro anos em uma guerra civil sem precedentes. Os combates deixaram o país, que já era um dos mais pobres entre os árabes, à beira de uma crise de fome que, segundo as Nações Unidas, afeta até 14 (catorze) milhões de pessoas. A ONG Save The Children acredita que cerca de 85 (oitenta e cinco) mil crianças menores de cinco anos já morreram por desnutrição nestes quatro anos. Além disso, a capacidade econômica dos iemenitas é “inexistente”. Jogar luz ao tema é essencial para que, em todo o mundo, as pessoas percebam quão grave é a situação no Iêmen e as consequências dessa que já é a pior crise humanitária do planeta.

Adotar uma abordagem proativa para a internacionalização torna as empresas mais robustas e potencialmente mais bem sucedidas. A internacionalização proativa amplia a base de clientes e abre espaço à expansão. Embora vinculada a negócios com escala global, é fato que mesmo as pequenas empresas podem se internacionalizar, ainda que com recursos limitados. O segredo está na estratégia.

Segundo maior importador do mundo, posicionada logo atrás dos Estados Unidos, a China compra o equivalente a $1,9 trilhão de dólares. A expectativa é de que esse montante suba para $10 trilhões até 2022. É nesse contexto que o Presidente Chinês, Xi Jinping, anunciou em 2017, no Fórum de Cooperação Internacional, uma expressiva campanha de abertura do mercado chinês para o mundo, sendo a CIIE (China Internacional Import Expo), seu primeiro movimento nessa direção. A feira promete. Serão mais de 100 (cem) categorias de produtos e serviços de expositores de mais de 200 (duzentos) países. Shanghai foi a cidade escolhida para abrigar o evento que ocupará uma área total de 240 mil metros quadrados. São esperados 150 mil visitantes, entre eles compradores profissionais de cerca de 100 (cem) países e regiões.

A Coréia do Sul se destaca como uma das maiores economias do mundo, produzindo alguns dos maiores navios e desenvolvendo alguns dos mais avançados aparelhos eletrônicos já vistos. Com raízes agrárias, o país cresceu rapidamente durante os anos 60 e 70 amparado pelas exportações e pela indústria. Em menos de 50 anos, o produto interno bruto (PIB) da Coreia do Sul aumentou de US$ 2,7 bi (em 1962) para mais de um trilhão de dólares (em 2007). Mas afinal, como a economia da Coreia se desenvolveu tão rapidamente?

É sabido que os venezuelanos enfrentam uma situação econômica e política bastante complicada. Faltam alimentos, produtos de higiene, remédios. Falta democracia. O controle dos preços foi apenas um dos componentes dessa crise e, ao invés de evitar a inflação – como prometia o governo, culminou em desestímulo à iniciativa privada. Sem investimentos privados, os produtos, aos poucos, sumiram das prateleiras. Além disso, com uma inflação que ultrapassa os 800% ao ano, de acordo com o UK Business Insider, a moeda da Venezuela já perdeu tanto valor, que uma parcela importante da sociedade tem contado com o mercado paralelo para encontrar insumos básicos. Atualmente, a Venezuela enfrenta uma crise humanitária gravíssima e os índices de desnutrição crescem exponencialmente. Consequência de uma política econômica inteiramente dependente do petróleo que, assistiu de camarote um aprofundamento severo da crise interna, sobretudo a partir da queda do valor do barril em todo o mundo. Em meio a tudo isso, de olho na máxima de que “uma crise é uma oportunidade”, alguns empresários apostam na criatividade para não falir.

É sabido que a Coreia do Norte é uma das economias mais fechadas do mundo. Ironicamente denominada República Popular Democrática da Coréia, o país determina desde como sua população deve cortar os cabelos, até quando é permitido sorrir e falar alto. Um país que considera a realização de ligações internacionais como um crime contra o estado e que pune com sentença de morte quem é pego portando um filme americano ou sul-coreano, surpreende quando o assunto é o comércio exterior de serviços.

A qualidade da indústria de animação norte-coreana é uma das mais altas do mundo. Hoje, mais de 70 empresas estrangeiras têm acordos com estúdios norte-coreanos. Mas como isso é possível? E as sanções internacionais impostas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas à Coreia do Norte?

Não importa se seu objetivo é expandir seus negócios ou investir em uma startup. Há várias razões pelas quais Cingapura se tornou um local atraente para os empreendedores. Segundo a Fortune, as nações do Sudeste Asiático – Brunei, Camboja, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Filipinas, Cingapura, Tailândia e Vietnã – já são o terceiro maior parceiro comercial dos EUA e têm economia avaliada em aproximadamente US$2,4 trilhões.