Desde a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (em inglês: UNFCCC – United Nations Framework Convention on Climate Change), firmada em 1992, seus membros (atualmente 197 nações) reconhecem a urgência do tema e buscam a estabilização das emissões de gases de efeito estufa (GEE) globalmente. Em Paris, concordaram que a temperatura média de aquecimento mundial não deveria ser maior que 1,5 °C, um nível considerado pré-industrial. Nessa perspectiva, como o controle das emissões de gases de efeito estufa (GEE) por PMEs que operam no Comércio Exterior poderia ser manejado, dentro de suas limitações, nesse esforço global em favor do clima?

A percepção de que uma moeda desvalorizada favoreceria as exportações, em uma primeira análise, sendo, inclusive, um dos pilares da economia chinesa desde meados de 1984, contrastaria com o fato de que uma moeda valorizada, favoreceria o investimento industrial e a aquisição estrangeira de insumos e bens de capital. O equilíbrio entre apreciação e depreciação cambial é tema recorrente entre economistas de diferentes vertentes. No Brasil, a falta de competitividade (não somente industrial) é costumeiramente ‘subsidiada’ com estratégias monetárias, que passam pela desvalorização do câmbio, ainda que indiretamente. A aposta macroeconômica na depreciação da moeda e essa relação entre câmbio e competitividade é a pauta do nosso artigo.

No mercado, entre pequenos e médios empresários, o tema internacionalização muitas vezes é confundido com exportação. Na prática (e em linguagem não técnica nem teórica), a internacionalização acontece quando uma empresa decide estabelecer seus negócios em um país diferente daquele em que ela foi originalmente estabelecida. Já a exportação, seria a oportunidade que uma empresa tem de comercializar seus produtos e/ou serviços em outros países, ainda que ela não tenha uma estrutura estabelecida nesses territórios. Embora a internacionalização não imponha a existência de uma estrutura física da empresa em um outro país, sob a nossa perspectiva, ela incorreria em usufruir do ambiente de negócios desse terceiro país (do ponto de vista legal, tributário, financeiro, operacional etc.), para além da mera comercialização de produtos manufaturados/licenciados em seu país de origem. Acompanhe, a seguir, a nossa reflexão sobre o tema.

Os consumidores podem ter se dado conta recentemente dos desequilíbrios de longa data da cadeia de suprimentos, mas para os varejistas que estão prestando atenção, a situação pode não ser necessariamente uma surpresa. A crise da cadeia de suprimentos começou há mais de um ano, quando as respostas dos governos e das empresas ao COVID-19 criaram incontáveis pequenas interrupções. Adicione a esse cenário uma explosão da demanda por parte dos consumidores, ao mesmo tempo e em quase todo o mundo, e chegamos ao gargalo no transporte internacional, refletida na forma de atrasos, principalmente nos portos.

Quando você importa ou exporta, em toda a cadeia, desde a escolha dos seus fornecedores até a gestão da logística internacional, a emissão de CO2 na atmosfera é um fato. Para piorar, o dióxido de carbono compreende 74% das emissões de gases de efeito estufa, e é proveniente do uso de combustíveis fósseis, especialmente para a geração de eletricidade e calor, transporte e fabricação. Até onde vai a sua preocupação com o meio ambiente em suas operações internacionais? Como você compensa o dióxido de carbono gerado em suas operações de importação e exportação?

O desembaraço aduaneiro é a atividade que envolve a preparação e apresentação de documentos que identifiquem, no âmbito da legislação aduaneira, os itens que serão importados ou exportados, perante as autoridades alfandegárias, sendo o Despachante Aduaneiro o profissional que representa legalmente a figura do importador ou exportador durante esses trâmites realizados nas aduanas em portos e aeroportos, a fim de obter a liberação desses itens seja para importação ou para exportação, após os respectivos recolhimentos de impostos, quando aplicáveis.

O setor artístico e cultural, responsável por vendas de quase US$70 bilhões em todo o mundo, tem registrado leve queda no volume de itens comercializados, embora o valor agregado das peças tem crescido. Fortemente afetado pelas incertezas políticas e macroeconômicas, como o BREXIT, a guerra comercial entre Estados Unidos e China e um retardo no consumo mundial, a importação e exportação de obras de arte tem tentado impulsionar um mercado detentor de um modelo um tanto engessado de negócio e que termina por privilegiar artistas consagrados frente aos novos talentos. Mas o que esperar para os próximos anos em um meio de negócio tão fechado?

O mercado mundial de maquinário agrícola deverá movimentar cerca de US$113,0 bilhões em negócios até 2025, com uma taxa de crescimento anual de 4,2% entre 2020 e 2025. Acredita-se que a mola propulsora do setor venha a ser o volume de operações de importação e exportação de equipamentos agrícolas, em função do desejo de mecanização (leia-se precisão e eficiência) dos processos no campo, estimulada pelos governos, por meio de isenções fiscais e estímulos ao crédito e ao financiamento tecnológico, nos diferentes países em todo o mundo.

Natural, verde, ecologicamente correto, de produção sustentável – são termos cada vez mais presentes. Produtos que carregam rótulos e embalagens com apêlo sustentável têm influenciado significativamente as compras de consumidores mais preocupados com o que consomem e o impacto dessa decisão na qualidade do envelhecimento. O Brasil, em função de sua rica biodiversidade, opera na exportação de ingredientes naturais com expressividade. Alimentos e bebidas funcionais têm desempenhado um papel importante neste segmento. Ocorre que a indústria também enfrenta desafios, sobretudo em função da limitação mundial de recursos naturais e a crescente demanda populacional por essas matérias-primas. A exportação de ingredientes naturais permite que países parceiros produzam alimentos e bebidas funcionais, cosméticos e outros produtos voltados ao cuidado pessoal em todo o mundo.

A indústria química tem sido parte integrante da paisagem econômica global por muitos séculos. As primeiras fábricas de produtos químicos foram construídas na Europa durante a revolução industrial, quando os processos para fazer concreto e roupas impermeáveis ​​foram desenvolvidos. Desde então, por meio da importação de produtos químicos, outros países passaram a contribuir com a construção de uma indústria química global, atualmente bastante evoluída e considerada como um motor de produtividade que permeia quase todos os setores da produção de bens.