Todos os anos, alguma parte do mundo é devastada por enchentes. Regiões costeiras e planícies próximas a rios e lagos são mais vulneráveis. Ocupações desordenadas, falta de planejamento urbano, desarticulação entre governos e a mudança global do clima, naturalmente, agravam os cenários. Felizmente, países como Inglaterra, Japão e Holanda têm alguns bons exemplos no desenvolvimento de tecnologias para o controle de enchentes. Acompanhe, a seguir, como a tecnologia aliada a organização pública puderam transformar positivamente regiões altamente afetadas por inundações.

Essenciais na formulação de políticas públicas de comércio exterior, esses profissionais são capazes de fomentar a internacionalização, a competitividade e o intercâmbio de ideias, produtos e serviços. Fatores primários para o desenvolvimento e a geração de emprego e renda em qualquer país. Políticas de Comércio Exterior são complexas porque afetam diretamente a economia e a expectativa das pessoas para o futuro. Fundamentadas no longo prazo, os desdobramentos das políticas públicas de comércio exterior refletem na indústria, no comércio, nos serviços e reverberam, ainda, no câmbio, na infraestrutura, na administração aduaneira e regulatória, na política fiscal, na governança e nas relações internacionais.

Estratégicos na construção de negócios globais, na esfera privada, são eles, também, que preparam empresas de diferentes tamanhos e estruturas de capital, para analisar conjunturas e entender quando, como e por onde começar uma jornada no exterior. Podem participar desde a construção de conceitos, marcas, produtos e serviços para determinados mercados, até a gestão financeira, cambial, logística, aduaneira e operacional de negócios internacionais já estabelecidos. A tecnicidade das tarefas diárias e uma linguagem difícil de ser interpretada por outsiders, conferem um grau de especialização adicional.

Realidade aumentada, inteligência artificial, big data, blockchain. Como toda essa matematização pode impactar a carreira de um Profissional de Comércio Exterior?

Enquanto países como Alemanha, Reino Unido, China e Estados Unidos apresentam relevante desaceleração econômica e o mercado financeiro reage ao alerta de uma possível recessão global, o segmento de luxo segue em alta. No Brasil, a crise econômica que assola o país desde 2014 impulsionou a saída de marcas importantes. Mas, no geral, o mercado de luxo segue com força. De acordo com o principal executivo de uma marca de roupas que opera no Brasil há 20 anos, com presença em mais de cem países e receita que alcança os R$5 bilhões (de reais), a estratégia em todo o mundo é se aproximar dos millennials, àqueles nascidos a partir de 1980. Mas, afinal, quais são as principais transformações e expectativas para o mercado de luxo em cenários globais tão instáveis?

As inovações tecnológicas estão transformando todos os elos da agricultura no mundo, desde o semeio à mesa do consumidor. Nos países desenvolvidos, as operações agrícolas estão cada vez mais orientadas à experiência do consumidor e à eficiência, que passa, obrigatoriamente, pelo manejo sustentável. De acordo com a ONU, há 7.6 bilhões de pessoas no mundo. A projeção para 2050 é que sejamos 10 bilhões. O crescimento demográfico mundial, como não poderia deixar de ser, gerará um aumento na demanda por produtos agrícolas, sobretudo, na busca por proteínas, frutas e vegetais. Acompanhe, a seguir, as principais tendências do agronegócio no mundo e veja como esse movimento pode impactar seus negócios.

De acordo com a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) – uma das cinco comissões regionais da ONU com sede no Chile, que tem como objetivo contribuir efetivamente para o desenvolvimento da região, o multilateralismo é fundamental para impulsionar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e seus 17 Objetivos, aprovados pela Assembleia Geral das Nações Unidas. Tanto a Agenda 2030 quanto seus 17 objetivos representam um importante caminho rumo à construção de um novo e ambicioso consenso da comunidade internacional em torno à necessidade de maior cooperação para corrigir assimetrias e consolidar um sistema multilateral aberto, sustentável e estável. Acompanhe, a seguir, o artigo da Braver e entenda a função do multilateralismo no comércio internacional.

A tilápia é um dos peixes mais populares do mundo, com produção e consumo em mais de 140 (cento e quarenta) países. De acordo com a Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR), a China figura como o maior produtor de tilápia do planeta, seguida por Indonésia, Egito e Brasil. Por aqui, o aproveitamento dos subprodutos pode render bons resultados financeiros e operacionais. Fonte de colágeno, a exportação da pele de tilápia congelada pode ser uma alternativa estratégica aos produtores.

Como uma cooperativa de laticínios da Nova Zelândia conseguiu alcançar o patamar de maior empresa do país, operar em mais de 140 (cento e quarenta) mercados, representar sozinha 20% (vinte por cento) das exportações Neo Zelandesas e, ainda, deter 95% (noventa e cinco por cento) de toda a produção local de leite? A Fonterra entregou cerca de US$25 bilhões (de dólares) para seus acionistas em um período de 5 (cinco) anos e, atualmente, é a quarta maior empresa de laticinios do mundo! Acesse o Case da Fonterra e entenda a importância da estratégia internacional na construção de negócios globais.

Os adaptadores são companheiros inseparáveis dos que costumam fazer viagens internacionais. Isso porque, geralmente, os aparelhos produzidos no Brasil não são conectáveis às tomadas (de energia) em outros países, mesmo em vizinhos como Argentina ou Uruguay. Ocorre que cada país adota um padrão proprio para plugs e tomadas. Mas você já parou para pensar como essa desarmonia afeta o seu negócio? Por exemplo, um secador de cabelo produzido no Brasil, não funcionará na Argentina sem um adaptador. Isso significa que essa indústria terá de produzir um modelo de secador de cabelo para o Brasil e outro para a Argentina. Isso ocorre em vários setores. E essas variações obrigatórias nos produtos tornam as cadeias de produção complexas (lentas, caras). Já pensou se, em sua próxima viagem, você não precisasse se preocupar com um adaptador? Ou se um secador de cabelo produzido no Brasil pudesse ser comercializado na Argentina, no Uruguay ou em qualquer outro país sem qualquer adaptação? Essa simplificação é o que denominamos de  harmonização. Acompanhe o artigo da Braver e veja como os padrões internacionais podem viabilizar suas exportações.

Tudo indica que os Estados Unidos acelerarão a implantação da tecnologia 5G. A FCC, entidade que regula o sistema de telecomunicação do país, acaba de simplificar o processo de licenciamento para projetos de infraestrutura sem fio (wireless). A expectativa é que esse movimento permita que a tecnologia 5G esteja disponível em todo o território Estado-Unidense mais rapidamente. A banda larga sem fio de quinta geração é uma evolução ao atual 4G, e promete ampliação expressiva da cobertura e melhoria profunda na velocidade de dados. Se você opera no exterior, já parou para pensar como é que a tecnologia 5G impactará seus negócios lá fora?

A economia de Israel passou por várias transformações desde sua fundação. As laranjas simbolizavam as exportações do país até a década de 1970. Os têxteis também desempenhavam um papel importante na ocasião. Agora, o boom da alta tecnologia que Israel vem experimentando, há cerca de duas décadas, tem o potencial de torná-los um dos melhores lugares do mundo para o setor produtivo. Como um país tão pequeno, menor que o estado de Sergipe, consegue ser benchmarking em inovação, ciência e tecnologia? E como o modelo de gestão de Israel pode impactar a forma como você administra seus negócios no exterior?