Os consumidores podem ter se dado conta recentemente dos desequilíbrios de longa data da cadeia de suprimentos, mas para os varejistas que estão prestando atenção, a situação pode não ser necessariamente uma surpresa. A crise da cadeia de suprimentos começou há mais de um ano, quando as respostas dos governos e das empresas ao COVID-19 criaram incontáveis pequenas interrupções. Adicione a esse cenário uma explosão da demanda por parte dos consumidores, ao mesmo tempo e em quase todo o mundo, e chegamos ao gargalo no transporte internacional, refletida na forma de atrasos, principalmente nos portos.

Quando você importa ou exporta, em toda a cadeia, desde a escolha dos seus fornecedores até a gestão da logística internacional, a emissão de CO2 na atmosfera é um fato. Para piorar, o dióxido de carbono compreende 74% das emissões de gases de efeito estufa, e é proveniente do uso de combustíveis fósseis, especialmente para a geração de eletricidade e calor, transporte e fabricação. Até onde vai a sua preocupação com o meio ambiente em suas operações internacionais? Como você compensa o dióxido de carbono gerado em suas operações de importação e exportação?

O desembaraço aduaneiro é a atividade que envolve a preparação e apresentação de documentos que identifiquem, no âmbito da legislação aduaneira, os itens que serão importados ou exportados, perante as autoridades alfandegárias, sendo o Despachante Aduaneiro o profissional que representa legalmente a figura do importador ou exportador durante esses trâmites realizados nas aduanas em portos e aeroportos, a fim de obter a liberação desses itens seja para importação ou para exportação, após os respectivos recolhimentos de impostos, quando aplicáveis.

O setor artístico e cultural, responsável por vendas de quase US$70 bilhões em todo o mundo, tem registrado leve queda no volume de itens comercializados, embora o valor agregado das peças tem crescido. Fortemente afetado pelas incertezas políticas e macroeconômicas, como o BREXIT, a guerra comercial entre Estados Unidos e China e um retardo no consumo mundial, a importação e exportação de obras de arte tem tentado impulsionar um mercado detentor de um modelo um tanto engessado de negócio e que termina por privilegiar artistas consagrados frente aos novos talentos. Mas o que esperar para os próximos anos em um meio de negócio tão fechado?

O mercado mundial de maquinário agrícola deverá movimentar cerca de US$113,0 bilhões em negócios até 2025, com uma taxa de crescimento anual de 4,2% entre 2020 e 2025. Acredita-se que a mola propulsora do setor venha a ser o volume de operações de importação e exportação de equipamentos agrícolas, em função do desejo de mecanização (leia-se precisão e eficiência) dos processos no campo, estimulada pelos governos, por meio de isenções fiscais e estímulos ao crédito e ao financiamento tecnológico, nos diferentes países em todo o mundo.

Natural, verde, ecologicamente correto, de produção sustentável – são termos cada vez mais presentes. Produtos que carregam rótulos e embalagens com apêlo sustentável têm influenciado significativamente as compras de consumidores mais preocupados com o que consomem e o impacto dessa decisão na qualidade do envelhecimento. O Brasil, em função de sua rica biodiversidade, opera na exportação de ingredientes naturais com expressividade. Alimentos e bebidas funcionais têm desempenhado um papel importante neste segmento. Ocorre que a indústria também enfrenta desafios, sobretudo em função da limitação mundial de recursos naturais e a crescente demanda populacional por essas matérias-primas. A exportação de ingredientes naturais permite que países parceiros produzam alimentos e bebidas funcionais, cosméticos e outros produtos voltados ao cuidado pessoal em todo o mundo.

A indústria química tem sido parte integrante da paisagem econômica global por muitos séculos. As primeiras fábricas de produtos químicos foram construídas na Europa durante a revolução industrial, quando os processos para fazer concreto e roupas impermeáveis ​​foram desenvolvidos. Desde então, por meio da importação de produtos químicos, outros países passaram a contribuir com a construção de uma indústria química global, atualmente bastante evoluída e considerada como um motor de produtividade que permeia quase todos os setores da produção de bens.

O outsourcing, termo em inglês muito utilizado no mundo corporativo para fazer referência à terceirização, aqui falando especificamente sobre o Comércio Exterior, acontece quando uma empresa (X), seja ela pequena, média ou grande, opta por contratar uma outra empresa (Y), esta, por sua vez, especialista no meio, para assumir a responsabilidade técnica pelo departamento de Comércio Exterior. Esse movimento permite que a empresa (X) concentre seus esforços no objetivo do seu negócio e possa contar com uma empresa de referência (Y) para cuidar de um setor bastante técnico e sensível, a área de Comércio Exterior. A seguir exploraremos as vantagens do outsourcing do Comércio Exterior e os pontos de cuidado a serem considerados nessa decisão.

A Pfaffia glomerata é uma planta medicinal amplamente utilizada como erva adaptogênica. Devido à semelhança morfológica de suas raízes com as do Panax ginseng (o ginseng coreano), a espécie passou a ser conhecida como o ginseng Brasileiro. No exterior também é conhecida como fafia, suma, corango, paratudo. Nos índices globais que exploram a exportação de Pfaffia glomerata, o Brasil é considerado o maior player do mundo.

Com o centro econômico global se movendo do oeste para o leste, Taiwan está se tornando um destino cada vez mais atraente para o investimento estrangeiro, à medida em que empresas de todo o mundo procuram marcar presença na região Ásia-Pacífico. Membro de organizações internacionais como a Organização Mundial do Comércio (OMC) e a Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (APEC), o país é altamente livre nas atividades econômicas. O Comércio Exterior tem sido um dos propulsores do crescimento de Taiwan nos últimos 40 anos, em conjunto com a rápida industrialização. Experientes, astutos e bastante diplomáticos, os taiwaneses mantém um estilo de trabalho policrônico, características que podem tornar as negociações internacionais especialmente desafiadoras.