Em mais de 8.5 milhões de km² de território e com, pelo menos, 200.000.000 (duzentos milhões) de pessoas, é natural que alguns talentos sigam desconhecidos. Se nem mesmos os brasileiros sabem tudo o que o país tem a oferecer, imaginem os estrangeiros! A atração de capital internacional depende de muitos fatores, entre eles, da segurança jurídica e do potencial de retorno financeiro do país. Mas, ideias como o projeto Internacionaliza BH, provam que, há grandes oportunidades de negócios nas unidades da federação que precisam e podem ser exploradas, independentemente de questões macroeconômicas.

Com o mundo passando pela maior transformação de energia desde a revolução industrial, há players bem conhecidos e outros ocultos liderando essa mudança de paradigma. A energia renovável compreende um dos fundamentos da transformação da paisagem global de energia. Mais de 170 países estabeleceram metas nacionais e mais de 150 países formularam políticas para catalisar investimentos em energia limpa. Alguns são considerados líderes por terem incorporado uma grande parcela de fontes de energias renováveis ​​ao seu mix energético. Outros lideram os investimentos em energia limpa e há, ainda, àqueles que contribuem por meio do progresso tecnológico. Conheça os cinco países que lideram a revolução energética mundial.

A despeito de uma política externa que, pelo que tudo indica, será pouco convencional, a comunidade empresarial tem boas expectativas com o novo governo. Para 2019, a aposta é pela continuidade do foco nas exportações como estratégia de negócio e não mais como alternativa emergencial.

Esse conte´udo também foi publicado pelos jornais Estado de Minas, Correio Braziliense e Diário do Comércio.

O mercado de plantas medicinais e o de produtos farmacêuticos elaborados sem químicos nocivos, vem aumentando rapidamente em muitos países. Atribui-se a esse movimento o comportamento dos consumidores, sobretudo nos países desenvolvidos, que passaram a acompanhar detalhadamente os ingredientes encontrados em seus alimentos, bebidas e medicamentos e, inclusive, o processo de produção do que estão comprando. Esse grau de exigência está mudando a perspectiva do setor.

Adotar uma abordagem proativa para a internacionalização torna as empresas mais robustas e potencialmente mais bem sucedidas. A internacionalização proativa amplia a base de clientes e abre espaço à expansão. Embora vinculada a negócios com escala global, é fato que mesmo as pequenas empresas podem se internacionalizar, ainda que com recursos limitados. O segredo está na estratégia.

As velhas certezas que sintetizavam o domínio do Partido Comunista durante o reinado de Mao Tsé-Tung foram, há muito, substituídas. Políticas mais liberais foram instituídas e a busca do lucro não é mais contrarrevolucionária, de forma que os empresários, há algum tempo, deixaram de ser vistos como inimigos do povo. No entanto, o Partido Comunista ainda está no poder e demonstra pouco apetite por qualquer reforma política apontada pelo Ocidente. A China de Hoje não ignora sistemas e abordagens de negócios modernos – mas os adequa, a fim de que recebam um tom, digamos, confucionista. E como seria isso? A seguir, exploraremos dez dos principais aspectos culturais que permeiam os negócios na China.

O Oriente Médio está cada vez mais aberto aos negócios com países ocidentais. Os Sauditas lideram as compras de produtos brasileiros na região, seguidos por Irã e Emirados Árabes Unidos. Ainda assim, o Oriente Médio representa cerca de 5% apenas das exportações do Brasil. Essa timidez pode ser explicada pelas diferenças culturais e comportamentais no ambiente de negócios. No Oriente Médio, a influência religiosa e a tradição afetam diretamente a condução das negociações. Nesse sentido, compreender o contexto da região é fundamental para desbloquear um mundo de oportunidades aos empresários ocidentais. A seguir, compartilharemos os principais aspectos da região que devem ser considerados antes de um approach.

Uma rápida pesquisa no Google dará a você 16 milhões de artigos diferentes sobre como os millennials podem salvar o mundo ou ser culpados pelo que há de errado com ele. Esse fascínio pelos millennials gerou uma nova indústria de especialistas – consultores, palestrantes, coaches (sobretudo pseudo-coaches, mas isto é pauta para um outro artigo) e autores – nos dizendo que os millennials são diferentes e que é preciso saber lidar com eles. Será?  Bem, vamos à ciência e às estatísticas.

Segundo maior importador do mundo, posicionada logo atrás dos Estados Unidos, a China compra o equivalente a $1,9 trilhão de dólares. A expectativa é de que esse montante suba para $10 trilhões até 2022. É nesse contexto que o Presidente Chinês, Xi Jinping, anunciou em 2017, no Fórum de Cooperação Internacional, uma expressiva campanha de abertura do mercado chinês para o mundo, sendo a CIIE (China Internacional Import Expo), seu primeiro movimento nessa direção. A feira promete. Serão mais de 100 (cem) categorias de produtos e serviços de expositores de mais de 200 (duzentos) países. Shanghai foi a cidade escolhida para abrigar o evento que ocupará uma área total de 240 mil metros quadrados. São esperados 150 mil visitantes, entre eles compradores profissionais de cerca de 100 (cem) países e regiões.

O processo de integração dos mercados levou a uma grande expansão no número de empresas multinacionais. De acordo com a UNCTAD – Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, já na década de 1990 estas empresas participavam, de alguma maneira, de dois terços do comércio mundial, sendo metade disso comércio entre empresas vinculadas/do mesmo grupo. De maneira semelhante, o Manual Prático de Preços de Transferência da ONU – Organização das Nações Unidas, aponta que 30% de todas as transações internacionais se referem ao comércio intragrupo. Estas operações possuem circunstâncias peculiares, uma vez que os preços praticados entre empresas do mesmo grupo, alocadas em países diferentes, podem, potencialmente, divergir dos preços praticados entre organizações não vinculadas. Vamos falar sobre transfer price.