De acordo com a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) – uma das cinco comissões regionais da ONU com sede no Chile, que tem como objetivo contribuir efetivamente para o desenvolvimento da região, o multilateralismo é fundamental para impulsionar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e seus 17 Objetivos, aprovados pela Assembleia Geral das Nações Unidas. Tanto a Agenda 2030 quanto seus 17 objetivos representam um importante caminho rumo à construção de um novo e ambicioso consenso da comunidade internacional em torno à necessidade de maior cooperação para corrigir assimetrias e consolidar um sistema multilateral aberto, sustentável e estável. Acompanhe, a seguir, o artigo da Braver e entenda a função do multilateralismo no comércio internacional.

A tilápia é um dos peixes mais populares do mundo, com produção e consumo em mais de 140 (cento e quarenta) países. De acordo com a Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR), a China figura como o maior produtor de tilápia do planeta, seguida por Indonésia, Egito e Brasil. Por aqui, o aproveitamento dos subprodutos pode render bons resultados financeiros e operacionais. Fonte de colágeno, a exportação da pele de tilápia congelada pode ser uma alternativa estratégica aos produtores.

Como uma cooperativa de laticínios da Nova Zelândia conseguiu alcançar o patamar de maior empresa do país, operar em mais de 140 (cento e quarenta) mercados, representar sozinha 20% (vinte por cento) das exportações Neo Zelandesas e, ainda, deter 95% (noventa e cinco por cento) de toda a produção local de leite? A Fonterra entregou cerca de US$25 bilhões (de dólares) para seus acionistas em um período de 5 (cinco) anos e, atualmente, é a quarta maior empresa de laticinios do mundo! Acesse o Case da Fonterra e entenda a importância da estratégia internacional na construção de negócios globais.

Os adaptadores são companheiros inseparáveis dos que costumam fazer viagens internacionais. Isso porque, geralmente, os aparelhos produzidos no Brasil não são conectáveis às tomadas (de energia) em outros países, mesmo em vizinhos como Argentina ou Uruguay. Ocorre que cada país adota um padrão proprio para plugs e tomadas. Mas você já parou para pensar como essa desarmonia afeta o seu negócio? Por exemplo, um secador de cabelo produzido no Brasil, não funcionará na Argentina sem um adaptador. Isso significa que essa indústria terá de produzir um modelo de secador de cabelo para o Brasil e outro para a Argentina. Isso ocorre em vários setores. E essas variações obrigatórias nos produtos tornam as cadeias de produção complexas (lentas, caras). Já pensou se, em sua próxima viagem, você não precisasse se preocupar com um adaptador? Ou se um secador de cabelo produzido no Brasil pudesse ser comercializado na Argentina, no Uruguay ou em qualquer outro país sem qualquer adaptação? Essa simplificação é o que denominamos de  harmonização. Acompanhe o artigo da Braver e veja como os padrões internacionais podem viabilizar suas exportações.

Tudo indica que os Estados Unidos acelerarão a implantação da tecnologia 5G. A FCC, entidade que regula o sistema de telecomunicação do país, acaba de simplificar o processo de licenciamento para projetos de infraestrutura sem fio (wireless). A expectativa é que esse movimento permita que a tecnologia 5G esteja disponível em todo o território Estado-Unidense mais rapidamente. A banda larga sem fio de quinta geração é uma evolução ao atual 4G, e promete ampliação expressiva da cobertura e melhoria profunda na velocidade de dados. Se você opera no exterior, já parou para pensar como é que a tecnologia 5G impactará seus negócios lá fora?

A economia de Israel passou por várias transformações desde sua fundação. As laranjas simbolizavam as exportações do país até a década de 1970. Os têxteis também desempenhavam um papel importante na ocasião. Agora, o boom da alta tecnologia que Israel vem experimentando, há cerca de duas décadas, tem o potencial de torná-los um dos melhores lugares do mundo para o setor produtivo. Como um país tão pequeno, menor que o estado de Sergipe, consegue ser benchmarking em inovação, ciência e tecnologia? E como o modelo de gestão de Israel pode impactar a forma como você administra seus negócios no exterior?

A expectativa é que o comércio eletrônico se torne o maior canal de varejo do mundo até 2021, superando as vendas de supermercados, mercearias, lojas de vestuário e calçados. Especialistas acreditam que o e-Commerce responderá sozinho por 14% do varejo mundial. Entre os polos, a região Ásia-Pacífico lidera as vendas online que já representam 17%. China e Coreia do Sul são os principais impulsionadores desse movimento por lá. Estados Unidos e Canadá juntos, já alcançam algo em torno de 15%. Na Europa Ocidental o comportamento dos consumidores varia muito, de forma que o e-Commerce ainda não figura como carro-chefe das vendas no varejo. O Reino Unido tem sido um grande protagonista do consumo online, seguido por Dinamarca e Finlândia. Por isso, as estratégias internacionais devem ser desenhadas por região, país e categoria. Se você está pensando em exportar, confira as 6 (seis) principais tendências do comércio eletrônico mundial.

O Iêmen está há quatro anos em uma guerra civil sem precedentes. Os combates deixaram o país, que já era um dos mais pobres entre os árabes, à beira de uma crise de fome que, segundo as Nações Unidas, afeta até 14 (catorze) milhões de pessoas. A ONG Save The Children acredita que cerca de 85 (oitenta e cinco) mil crianças menores de cinco anos já morreram por desnutrição nestes quatro anos. Além disso, a capacidade econômica dos iemenitas é “inexistente”. Jogar luz ao tema é essencial para que, em todo o mundo, as pessoas percebam quão grave é a situação no Iêmen e as consequências dessa que já é a pior crise humanitária do planeta.

Em mais de 8.5 milhões de km² de território e com, pelo menos, 200.000.000 (duzentos milhões) de pessoas, é natural que alguns talentos sigam desconhecidos. Se nem mesmos os brasileiros sabem tudo o que o país tem a oferecer, imaginem os estrangeiros! A atração de capital internacional depende de muitos fatores, entre eles, da segurança jurídica e do potencial de retorno financeiro do país. Mas, ideias como o projeto Internacionaliza BH, provam que, há grandes oportunidades de negócios nas unidades da federação que precisam e podem ser exploradas, independentemente de questões macroeconômicas.

Com o mundo passando pela maior transformação de energia desde a revolução industrial, há players bem conhecidos e outros ocultos liderando essa mudança de paradigma. A energia renovável compreende um dos fundamentos da transformação da paisagem global de energia. Mais de 170 países estabeleceram metas nacionais e mais de 150 países formularam políticas para catalisar investimentos em energia limpa. Alguns são considerados líderes por terem incorporado uma grande parcela de fontes de energias renováveis ​​ao seu mix energético. Outros lideram os investimentos em energia limpa e há, ainda, àqueles que contribuem por meio do progresso tecnológico. Conheça os cinco países que lideram a revolução energética mundial.